Deitada no chão olhando pro ceú
franzindo a testa sobre os olhos de mel
observava o mundo, num suspiro profundo continua a sonhar.
Quase um vulto, entre tanta gente.
Andava sozinha com a mente ardente,
tantos rosto que passam, tantas mentes doentes.
Mais quando ela passa logo reparam,
olhando suas meias apontam e falam.
"Garota, que meias estranhas!"
Invisível ao mundo,
num silencio profundo,
poin-se a chorar

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