terça-feira, 26 de abril de 2011

Pseudo-especialista.

O lado ruim de saber um pouco de tudo é que você nunca vai saber tudo de algo.

Unânime.

Eu reconheço a genialidade do ser humano por uma única coisa:

A música!

Impulso.

Eu ajo por impulso, pois anseio reviver infinitas vezes a queda da ousadia transformando-se num vôo livre rumo ao novo:

 Como um pássaro em seu primeiro vôo, arriscando tudo ao se jogar da segurança de seu ninho.

sábado, 23 de abril de 2011

Momento Musical - Tempo de chuva.

Momento Musical.

Tempo de Chuva.

Noite chuvosa, vento que leva tudo embora.
Nem vi e tudo aconteceu assim tão derrepente.
Lembro daquelas horas em que eu sabia que minha cura era você.
A certeza torna tudo infinito.

Não adiantou fingir que era pra sempre.
E sempre que vejo a chuva cair,
batendo na minha janela, pedindo pra entrar,
eu lembro de você.

Refrão:

Nem sempre tudo é como a gente quer.
E essa noite sei que vai demorar a passar,
pois a chuva me faz lembrar que você esta aqui.

Nem sempre tudo é assim tão eterno.
E a noite fria me faz perceber,
que seu olhar não vai me deixar esquecer
de tudo que a gente passou.


Acordo agora, sabendo que a chuva estiou.
Mas nada vai fazer parar
a chuva que você causou em meu olhar.

Longe de você eu posso ser quem eu quiser ser,
mais jogo tudo pro alto e permaneço ao seu lado.

Lembro de todas as vezes em que chorei por não saber o que fazer.
Por que não se afastou de mim?
E mesmo assim estou tão longe de você?

Refrão:

Nem sempre tudo é como a gente quer.
E essa noite sei que vai demorar a passar,
pois a chuva me faz lembrar que você esta aqui.

Nem sempre tudo é assim tão eterno.
E a noite fria me faz perceber,
que seu olhar não vai me deixar esquecer
de tudo que a gente passou.

Como aprendi a viver sozinha.

Nos primeiros dias eu tentei evitar, procurei abrigo em sorrisos alheios.
Depois de tantas desilusões, desisti de procurar, não iria entregar minha felicidade a qualquer um. Decidi então fazer de minha busca pela felicidade uma caminhada solitária. Nos primeiros passos tropecei,cai. Olhei para os lados e nada vi, então chorei, me reergui, dos meus ferimentos eu mesma cuidei. Depois de um tempo me acostumei, e sem sentir fui caminhando sozinha e desviando de cada pedra em meu caminho. As vezes quando tropeçava, eu permanecia caida talvez esperando por uma ajuda que nunca viria, e quando percebia, voltava a chorar. Logo me levantava de novo.

E depois de tanto cair eu percebi que aos poucos eu fui gostando de não precisar de ninguém pra me ajudar a levantar.

segunda-feira, 18 de abril de 2011